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Filmes Soviéticos: O Encouraçado Potemkin, A Arte da Imagem

by Guido Bilharinho
Se o cinema é a arte da imagem em movimento, O Encouraçado Potemkin de Sergei Eisenstein é a arte da imagem. Não é apenas o melhor filme do cinema. É cinema. É a beleza da imagem. Da imagem que fala e significa. Da imagem discurso, mas, antes de tudo, da imagem visão.

Obras-Primas do Cinema Europeu: Nosferatu, a Arquitetura do Terror

Em 1922, Murnau realiza Nosferatu baseado no livro de Bram Stoker. Não obstante ter-se posteriormente produzido várias versões do tema, como as realizadas por Tod Browning e Francis Ford Coppola, é indispensável - e mesmo inevitável - compará-lo com a refilmagem de Werner Herzog.

Obras-Primas do Cinema Europeu: a Criatividade e Arrojo de Metrópolis

Metrópolis (1926) de Fritz Lang é talvez, cronologicamente, o primeiro grande filme de ficção-científica. Não simplesmente o primeiro, porque, antes dele, e desde Méliès, com seu Voyage Dans la Lune (1902), o gênero já se instala no cinema. Mas, o primeiro de valor artístico, de arrojada criatividade.

Outubro: A Arte da Realidade de Sergei Eisenstein

Em 1927, no décimo aniversário da revolução soviética, Sergei Eisenstein (1898-1948), auxiliado por Grégori Alexandrov (1903-1983), realiza Outubro (Oktiabr, U.R.S.S., 1927) dedicado à tomada do poder na Rússia pelos bolcheviques. Do ponto de vista puramente artístico e cinematográfico, é obra brilhante, como todas suas realizações. Salientam-se nela - pela extrema modernidade, agilidade e adequação - os cortes e a montagem.

A Greve: Engajamento e Arte de Sergei Eisenstein

É certo que A Greve é realizado a partir da realidade nacional soviética de então, no sentido de mostrar a seus operários a exploração e a violência capitalistas, reforçando, assim, o regime. Constitui, pois, nesse sentido, obra engajada. Todavia, esse primeiro filme de Sergei Eisenstein já é obra do gênio, que, de filme a filme, só faz consolidar-se e aprimorar-se.

Mocinho Encrenqueiro: a Realidade e Comicidade de Jerry Lewis

by Guido Bilharinho
A comicidade de Jerry Lewis (1926-2017), ator e cineasta, advém da conjunção de dois fatores, que compõem distintos níveis estruturais de seus filmes: a subversão da normalidade e a sua performance como ator. O filme Mocinho Encrenqueiro (cujo nome original é The Errand Boy, EE.UU., 1961), que Jerry Lewis dirige e no qual atua, enquadra-se na fórmula que decorre de criação própria que, por sua vez, atende e corresponde à sua faculdade de estar e se posicionar no mundo, categoria superior à simples representação ou ao modo peculiar de ser e agir.

O Otário: Relembrando Jerry Lewis como Peixe n’Água

by Guido Bilharinho
Jerry Lewis (1926-2017) é considerado por parte da crítica um gênio da comédia. Não chega a tanto, mas, não resta dúvida, que é um dos grandes atores (e autores) cômicos do cinema, podendo comparar-se a Charlie Chaplin. Neste artigo, Guido Bilharinho relembra este nome marcante do cinema através da análise do filme O Otário.

Análise Psicanalítica do filme Quando Fala o Coração de Alfred Hitchcock

by Guido Bilharinho
Na sua estreia no blog Mundo de Cinema, Guido Bilharinho, especialista em filmes de Alfred Hitchcock, relembra hoje o filme Quando Fala o Coração, uma película onde o Amor está em destaque. Se em seus mais importantes filmes o tema não é propriamente o objeto da ação, não passando esta de veículo ou de ilustração para assunto mais importante, atinente à condição humana, em Quando Fala o Coração a proposição é a própria estória. Confira a análise agora!