Home / Archives /

Cinema Europeu

Cinema Europeu / 11 posts encontrados

Um Homem com uma Câmera: A Mágica da Arte de Dziga Vertov

O filme mítico de Dziga Vertov intitulado Um Homem Com Uma Câmera é, além de tudo, obra de arte, na qual a beleza da imagem contém a beleza do objeto que a compõe, bem como esta constitui aquela num ato simultaneamente temático e formal, em que um depende do outro para existir e se manifestar. Leia a análise de Guido Bilharinho.

Tiro e Queda: uma comédia à portuguesa para divertir a família

by Gonçalo Sousa
Dois homens. Uma missão. Qual missão? Ninguém sabe. Talvez nem eles próprios. Tiro e Queda é o filme sobre o qual nos avisaram para ter cuidado quando éramos pequenos. Tem amor erótico-libidinoso, tem ação cabriólica e comédia gargalhófica. O que se pode pedir mais de um filme? Muita coisa. Mas deste não.

Descubra o Novo Mundo com o Cineclube do Porto e a Casa da Música

De 16 a 20 de janeiro o Cineclube do Porto e a Casa da Música apresentam filmes essenciais na História do Cinema que se relacionam com a ideia de descoberta de um Novo Mundo. Não perca a exibição gratuita de ORFEU NEGRO de Marcel Camus; STRANGER THAN PARADISE de Jim Jarmusch; TROPICÁLIA de Marcelo Machado; QUE VIVA MÉXICO! de Sergei Eisenstein; e FITZCARRALDO de Werner Herzog.

Obras-Primas do Cinema Europeu: O Vampiro de Carl Theodor Dreyer

by Guido Bilharinho
Carl Theodor Dreyer é um dos cineastas mais importantes do cinema por força de filmografia tão fundamental que se coloca ao lado dos maiores ficcionistas do século. E uma das suas obras mais notáveis é o filme O Vampiro (1932), que pode conhecer melhor nesta review.

Obras-Primas do Cinema Europeu: Berlim, Sinfonia da Metrópole

Se o cinema nas duas primeiras décadas do século XX tateava à procura de uma linguagem própria, os anos 20 desse século assistem a eclosão de uns e outros. Nessa década dão-se realizações artísticas experimentais e de vanguarda como nunca antes e nem depois o cinema teria iguais. Um desses filmes é Berlim, Sinfonia da Metrópole (1927) de Walter Ruttmann.

Filmes Soviéticos: O Encouraçado Potemkin, A Arte da Imagem

Se o cinema é a arte da imagem em movimento, O Encouraçado Potemkin de Sergei Eisenstein é a arte da imagem. Não é apenas o melhor filme do cinema. É cinema. É a beleza da imagem. Da imagem que fala e significa. Da imagem discurso, mas, antes de tudo, da imagem visão.

Obras-Primas do Cinema Europeu: Nosferatu, a Arquitetura do Terror

Em 1922, Murnau realiza Nosferatu baseado no livro de Bram Stoker. Não obstante ter-se posteriormente produzido várias versões do tema, como as realizadas por Tod Browning e Francis Ford Coppola, é indispensável - e mesmo inevitável - compará-lo com a refilmagem de Werner Herzog.

Obras-Primas do Cinema Europeu: a Criatividade e Arrojo de Metrópolis

Metrópolis (1926) de Fritz Lang é talvez, cronologicamente, o primeiro grande filme de ficção-científica. Não simplesmente o primeiro, porque, antes dele, e desde Méliès, com seu Voyage Dans la Lune (1902), o gênero já se instala no cinema. Mas, o primeiro de valor artístico, de arrojada criatividade.

Outubro: A Arte da Realidade de Sergei Eisenstein

Em 1927, no décimo aniversário da revolução soviética, Sergei Eisenstein (1898-1948), auxiliado por Grégori Alexandrov (1903-1983), realiza Outubro (Oktiabr, U.R.S.S., 1927) dedicado à tomada do poder na Rússia pelos bolcheviques. Do ponto de vista puramente artístico e cinematográfico, é obra brilhante, como todas suas realizações. Salientam-se nela - pela extrema modernidade, agilidade e adequação - os cortes e a montagem.

A Greve: Engajamento e Arte de Sergei Eisenstein

É certo que A Greve é realizado a partir da realidade nacional soviética de então, no sentido de mostrar a seus operários a exploração e a violência capitalistas, reforçando, assim, o regime. Constitui, pois, nesse sentido, obra engajada. Todavia, esse primeiro filme de Sergei Eisenstein já é obra do gênio, que, de filme a filme, só faz consolidar-se e aprimorar-se.

Análise Psicanalítica do filme Quando Fala o Coração de Alfred Hitchcock

Na sua estreia no blog Mundo de Cinema, Guido Bilharinho, especialista em filmes de Alfred Hitchcock, relembra hoje o filme Quando Fala o Coração, uma película onde o Amor está em destaque. Se em seus mais importantes filmes o tema não é propriamente o objeto da ação, não passando esta de veículo ou de ilustração para assunto mais importante, atinente à condição humana, em Quando Fala o Coração a proposição é a própria estória. Confira a análise agora!