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Como decidi dar uma segunda hipótese a Star Wars

Como decidi dar uma segunda hipótese a Star Wars

 

Há alguns anos atrás, numa semana de verão passada na companhia de duas amigas, decidimos fazer uma maratona de Star Wars, armados em geeks que éramos. Durante uma tarde, vimos os episódios I, II e III da saga Star Wars, cada um deles com mais de duas horas de filme. Era a minha estreia neste universo de guerras galácticas, sabres de luz e naves espaciais incríveis. O universo de Star Wars nunca antes me tinha fascinado, embora conhecesse bem a figura popular de Darth Vader, o estranho Mestre Yoda e o robot R2D2.

E a verdade é que toda aquela ação me deixou tão esgotado que perdi o entusiasmo e decidi ver os episódios IV, V e VI apenas algumas semanas mais tarde. No entanto, o tempo foi passando e ainda hoje continuo com esses três filmes por ver. Então, é normal que estejam a perguntar: porque estás a escrever este post?

Recentemente, com todas as notícias que andam a circular sobre o episódio VII de Star Wars, que chegará aos ecrãs em dezembro de 2015, o bichinho do entusiasmo voltou a atacar e decidi dar uma segunda oportunidade à saga. De novo, voltei a pegar no Episódio I de Star Wars e eis então o que achei desta minha 2.º tentativa pelo universo de Star Wars.

Star Wars: A Ameaça Fantasma

Antes de mais, fui pesquisar sobre o filme. Quem não conhece a saga, não sabe provavelmente que o episódios IV, V e VI chegaram ao cinema mais de vinte anos antes dos episódios I, II e III serem realizados. Nos anos 70, a saga Star Wars tornou-se conhecida, sendo então protagonizada por Harrison Ford, Mark Hamill e Carrie Fisher. Os filmes contavam o final da saga e não o seu início. A história foca-se no derrube do Império Galáctico controlado por Darth Vader.

Mas antes de Darth Vader e do Império, existia a República Galáctica e é a essa galáxia que somos introduzidos na trilogia que chegou aos cinemas em 1999. No Episódio I – A Ameaça Fantasma somos introduzidos a dois jedi – guerreiros que lutam para manter a paz na República –enviados para negociar com a Federação Comercial.

Este grupo corrupto iniciou um bloqueio ao planeta de Naboo, rodeando-o de naves espaciais para evitar que qualquer transação comercial aconteça. Para que não haja guerra na galáxia, os jedi Qui-Gon Jinn (Liam Neeson) e Obi-Wan Kenobi (Ewan McGregor) devem negociar com os opressores. Ao perceberem que as negociações não vão resultar em nada mais do que as suas mortes, os dois Jedi infiltram-se então entre as naves da Federação Comercial e alcançam Naboo durante o ataque e ocupação do planeta.

Em Naboo, resgatam a Rainha Amidala (Natalie Portman) e fogem para Coruscant, um mundo que é na verdade uma grande cidade e a capital de toda a galáxia, onde se situa o Senado da República e o Conselho dos Jedi. Mas, ao sofrerem uma avaria na nave, são de repente forçados a parar no Planeta Tatooine, onde conhecem um jovem escravo, Anakin Skywalker (Jake Lloyd), com especial talento para dominar a Força – um poder controlado pelos guerreiros jedi e sith.

 

A história principal revolve à volta de uma ameaça crescente que perturba a República e o Conselho jedi: forças negativas começam a conspirar contra a República e o resultado pode ser catastrófico. A prova disso mesmo é o ataque da Federação Comercial, que não passa de uma ação ordenada pelo sith Darth Sidious. Um sith é exatamente o oposto do jedi, um guerreiro que usa a Força para praticar o mal.

Após uma aventura excitante para conseguir a peça para a sua nave espacial, o jedi Qui-Gon consegue libertar Anakin Skywalker do seu esclavagista e levá-lo consigo e com a rainha Amidala para Coruscant. Aí, apresenta-o perante o conselho Jedi, acreditando que a criança é a “escolhida” citada por uma velha profecia que fala de um guerreiro que equilibrará a Força. Mas há muito mais a acontecer e o futuro do jovem Anakin é incerto.

Desta segunda vez, apreciei melhor o primeiro filme da saga Star Wars, entendi melhor as histórias e consegui conhecer as personagens como não o tinha feito antes. Acredito que ao ter visto três filmes seguidos, toda a ação, lasers e naves espaciais se tenham misturado na minha cabeça, provocando uma exaustão que me fez desistir precocemente da saga.

Ainda assim, pelo que me disseram, os episódios I a III de Star Wars não conseguem bater a qualidade e história dos episódios IV e VI. Tenho a certeza que desta vez comprovarei se isso é verdade ou não.

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