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10 factos reais do cinema que provavelmente desconhece
Neste post recuamos no tempo e revisitamos alguns dos clássicos que o cinema trouxe à vida. Não falamos, no entanto, daquilo que já todos sabem. Pelo contrário, decidimos mostrar-lhe alguns fatos reais de que provavelmente nunca ouviu falar mas que asseguradamente aconteceram. Está pronto para testar o seu conhecimento sobre cinema? Então leia até ao fim.
Alguma vez assistiu ao 1.º filme português?
Em Portugal, a chegada do cinema deu-se no ano de 1896. A primeira filmagem foi da autoria de Aurélio Paz dos Reis, um comerciante natural da cidade do Porto, que, inspirado pela ideia dos irmãos Lumiére, decidiu filmar A Saída do Pessoal Operário da Fábrica Confiança.
Como decidi dar uma segunda hipótese a Star Wars
Recentemente, com todas as notícias que andam a circular sobre o episódio VII de Star Wars, que chegará aos ecrãs em dezembro de 2015, o bichinho do entusiasmo voltou a atacar e decidi dar uma segunda oportunidade à saga. De novo, voltei a pegar no Episódio I de Star Wars e eis então o que achei desta minha 2.º tentativa pelo universo de Star Wars.
Já conhece o 1.º filme cómico da História do Cinema?
O filme L’Arroseur Arrosé (ou em português O Regador Regado) é considerado de forma unânime como o primeiro filme cómico, ou seja, realizado propositadamente para despertar gargalhadas entre a audiência. Com a assinatura dos irmãos Lumiére, este filme de 1895 conta com apenas 49 segundos e mostra uma cena caricata do dia-a-dia.
The Bucket List: um filme sobre o cancro e a velhice
No filme The Bucket List, lançado de 2007, é transposta para o grande ecrã a história de dois homens com cancro do pulmão em fase terminal. Juntos, decidem começar uma viagem pela estrada com o objetivo de cumprir todos os desejos de uma lista (a bucket list), antes que ambos ‘kick the bucket’ (expressão idiomática que significa morrer).
As Horas: um dia na vida de três mulheres em tempos diferentes
Se quisesse resumir o filme numa frase, bastava-me dizer que é sobre uma mulher que escreve uma história, uma mulher que a lê e uma mulher que a vive. Mas há muito mais em As Horas. Eventualmente, a vida das três mulheres cruza-se subtilmente e as personagens, mesmo que afastadas pelo tempo, partilham fardos relacionados com a efemeridade da vida e a mortalidade.






