Home / Archives /

Reviews de Filmes

Reviews de Filmes / 93 posts encontrados

Pulp Fiction: o êxito da cultura pop que ainda continua fresco

by Tiago Leão
“Pulp (polpa, pasta): 1. Uma mistura ou massa macia, húmida, sem forma. 2. Uma revista ou livro de literatura tétrica, impresso propositadamente em papel rugoso e inacabado”. A definição é do American Heritage Dictionary e é com ela que começa Pulp Fiction, um filme de Quentin Tarantino que está tão bem no grande ecrã como estaria num sonho ou numa revista do estilo noir do início do século XX.
star wars

Como decidi dar uma segunda hipótese a Star Wars

Recentemente, com todas as notícias que andam a circular sobre o episódio VII de Star Wars, que chegará aos ecrãs em dezembro de 2015, o bichinho do entusiasmo voltou a atacar e decidi dar uma segunda oportunidade à saga. De novo, voltei a pegar no Episódio I de Star Wars e eis então o que achei desta minha 2.º tentativa pelo universo de Star Wars.

Gone Girl: um thriller onde nem tudo é o que parece

by Tiago Leão
Realizado por David Fincher, Gone Girl vive do dualismo entre duas personagens que formam um casal. Falamos de Nick Dunne, interpretado por Ben Affleck e Amy, na figura de Rosamund Pyke. Ambos desempregados, os dois jovens casados decidem deixar Nova Iorque e mudam-se para uma pequena cidade do estado do Missouri. Entretanto, Amy desaparece.
horas

As Horas: um dia na vida de três mulheres em tempos diferentes

by Eduardo Aranha
Se quisesse resumir o filme numa frase, bastava-me dizer que é sobre uma mulher que escreve uma história, uma mulher que a lê e uma mulher que a vive. Mas há muito mais em As Horas. Eventualmente, a vida das três mulheres cruza-se subtilmente e as personagens, mesmo que afastadas pelo tempo, partilham fardos relacionados com a efemeridade da vida e a mortalidade.
amélie

Amélie: vagueando por Paris à procura da felicidade

by Eduardo Aranha
Amélie Poulain cresceu num mundo isolado de todas as outras crianças e tem a sua forma de ver a realidade. Esta visão ligeiramente esquizofrénica de ver o mundo é muito bem retratada através de efeitos que dão vida a objetos inanimados. E não estou a falar de efeitos baratos, mas sim de efeitos que colocam no ecrã algo que os nossos olhos poderiam aceitar com naturalidade.