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10 atores estrangeiros que entraram em filmes de Manoel de Oliveira

by Eduardo Aranha
Manoel de Oliveira é um nome que ficará na história do cinema português e do mundo. Neste post, de forma a prestar um tributo ao realizador português, decidimos olhar para alguns dos seus filmes mais célebres e apontar atores estrangeiros que os protagonizaram.

Festival Internacional de Cinema de Foz Côa e o imaginário rupestre

by Gonçalo Sousa
O Festival Internacional de Cinema de Foz Côa – Cinecôa regressa em 2016 com um cartaz diversificado e pensado para diferentes públicos. De 17 a 19 de Novembro, o auditório de Vila Nova de Foz Côa vai exibir oito longas metragens, seis curtas e muitos filmes de animação para os mais pequenos. O destaque desta edição vai para o filme “Altamira”, do conceituado realizador Hugh Hudson, já que permite um paralelismo entre a caverna de Altamira, conhecida como a Capela Sistina da arte rupestre, e as gravuras do Parque Arqueológico do Vale do Côa.

Festa do Cinema Português na China representada com 28 filmes

by Gonçalo Sousa
No âmbito do ano do cinema e do audiovisual o ICA (Instituto do Cinema e do Audiovisual), a Academia Portuguesa de Cinema e a Cinemateca Portuguesa organiza a Festa do Cinema Português na China, entre 9 e 30 de outubro, em Pequim e em Changsha (China), onde 28 filmes portugueses exibem a qualidade do cinema nacional.

Manoel de Oliveira: o portuense que fez filmes até ao fim

by Eduardo Aranha
Estamos no dia 12 de dezembro de 1908, na cidade do Porto, em Portugal. No seio da família Oliveira, que profissionalmente estava muito ligada às artes industriais, nasce Manoel Cândido Pinto de Oliveira. Neste post, revelamos um pouco da vida deste nome ilustre do cinema português que foi Manoel de Oliveira, considerado durante anos como "o mais velho realizador do mundo em atividade".

Aniki Bóbó: crianças junto ao Douro como metáfora à vida

by Eduardo Aranha
A primeira longa-metragem de Manoel de Oliveira recorre à linguagem infantil e inocente das crianças para abordar temas como a morte e a vida, quebrando na altura (e ainda hoje) certas convenções. Como veio mostrar ao longo da sua longa carreira cinematográfica, Manoel de Oliveira não teve medo de ser “diferente”, mesmo que a audiência não o aplaudisse como era merecido.