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Clássicos do Cinema

Clássicos do Cinema / 47 posts encontrados

Conheça o cartaz do Cineclube do Porto Janeiro 2018

O Cineclube do Porto inicia o ano 2018 com o tema: Preconceito. Em janeiro poderão ser vistos na Casa das Artes filmes que abordam a intolerância, o racismo, a xenofobia e homofobia. Para começar será exibido o filme vencedor do grande prémio do júri no festival de Cannes: 120 BATIMENTOS POR MINUTO continuando com a apresentação de uma cópia restaurada a obra prima de F.W. Murnau: O ÚLTIMO DOS HOMENS. Para além de João Pedro Rodrigues, Shane Meadows e André Téchiné, também será exibido o filme de culto O CÃO BRANCO, de Samuel Fuller, e o filme GET OUT, de Jordan Peele, que consta em várias listas dos melhores filmes do ano 2017.

Conheça o cartaz de Dezembro 2017 do Cineclube do Porto

No mês de dezembro o Cineclube do Porto dedica as suas sessões à Europa e encerra 2017 com a qualidade a que já estamos habituados. Seremos presenteados com uma seleção bastante eclética em que poderão ser vistos filmes bastante frescos e filmes de realizadores consagrados.

A Greve: Engajamento e Arte de Sergei Eisenstein

É certo que A Greve é realizado a partir da realidade nacional soviética de então, no sentido de mostrar a seus operários a exploração e a violência capitalistas, reforçando, assim, o regime. Constitui, pois, nesse sentido, obra engajada. Todavia, esse primeiro filme de Sergei Eisenstein já é obra do gênio, que, de filme a filme, só faz consolidar-se e aprimorar-se.

Mocinho Encrenqueiro: a Realidade e Comicidade de Jerry Lewis

by Guido Bilharinho
A comicidade de Jerry Lewis (1926-2017), ator e cineasta, advém da conjunção de dois fatores, que compõem distintos níveis estruturais de seus filmes: a subversão da normalidade e a sua performance como ator. O filme Mocinho Encrenqueiro (cujo nome original é The Errand Boy, EE.UU., 1961), que Jerry Lewis dirige e no qual atua, enquadra-se na fórmula que decorre de criação própria que, por sua vez, atende e corresponde à sua faculdade de estar e se posicionar no mundo, categoria superior à simples representação ou ao modo peculiar de ser e agir.

O Otário: Relembrando Jerry Lewis como Peixe n’Água

by Guido Bilharinho
Jerry Lewis (1926-2017) é considerado por parte da crítica um gênio da comédia. Não chega a tanto, mas, não resta dúvida, que é um dos grandes atores (e autores) cômicos do cinema, podendo comparar-se a Charlie Chaplin. Neste artigo, Guido Bilharinho relembra este nome marcante do cinema através da análise do filme O Otário.

Você já viu The NeverEnding Story – A História Sem Fim?

The NeverEnding Story (A História Sem Fim) é um filme de 1984 baseado no romance homônimo alemão de Michael Ende com uma história didática, que na época foi uma das produções mais caras, com investimento de 27 milhões de dólares e faturou 100 milhões (sim, um sucesso de bilheteria que multiplicou quatro vezes o investimento) e ainda ganhou 4 premiações.

Análise Psicanalítica do filme Quando Fala o Coração de Alfred Hitchcock

by Guido Bilharinho
Na sua estreia no blog Mundo de Cinema, Guido Bilharinho, especialista em filmes de Alfred Hitchcock, relembra hoje o filme Quando Fala o Coração, uma película onde o Amor está em destaque. Se em seus mais importantes filmes o tema não é propriamente o objeto da ação, não passando esta de veículo ou de ilustração para assunto mais importante, atinente à condição humana, em Quando Fala o Coração a proposição é a própria estória. Confira a análise agora!
Elsa Martinelli

Elsa Martinelli: uma carreira curta mas icónica que ficará na História do Cinema

by Eduardo Aranha
Há artistas que, mesmo desaparecendo, nunca serão levados pelo tempo. A marca que deixaram é de tal forma forte e distinta que por muitos anos que passem, os seus nomes continuarão a marcar a história do cinema. É o caso da atriz italiana Elsa Martinelli, que trabalhou com os maiores realizadores italianos e também em Hollywood, e que faleceu em Roma aos 82 anos no início de julho de 2017.

Over the Rainbow eleita a melhor música da História do Cinema

by Goreti Teixeira
A música do filme O Feiticeiro de Oz, intitulada Over the Rainbow, foi eleita a melhor canção da história do cinema pelo American Film Institute, que elaborou uma lista dos 100 melhores temas especialmente compostos para o grande ecrã.