Mundo de Cinema
Don Juan: o filme que deu as boas-vindas ao cinema sonoro
Realizado por Alan Crosland, Don Juan entrou para a história do cinema por ser a primeira longa-metragem sonorizada de sempre. Ainda que sem diálogos, a obra cinematográfica fez parte do processo de transição da sétima arte para a fase do som. Juntamente com The Jazz Singer (o primeiro filme falado), Don Juan foi responsável pela introdução de uma nova tecnologia: o Vitaphone.
O sucesso de Twister e a transição do VHS para o DVD
Neste artigo resolvemos falar de um dos fenómenos mais recentes do mundo cinematográfico: os DVD's. Algures no início deste milénio, as cassetes de VHS começaram a desaparecer, tornando-se cada vez mais escassas e adotando um novo corpo: um pequeno disco, muito leve e que ocupava menos espaço, além de garantir uma imagem com (muito) melhor qualidade. Para usar estes DVD's foi necessário investir também em aparelhos próprios. Mas quando é que se começou a trocar a cassete pelo DVD?
Jayne Mansfield: o quão chocante foi a 1ª cena de nudez do cinema?
O filme Promises! Promises! é uma comédia sexualmente desinibida que conta a história de um casal que decide embarcar num cruzeiro. Numa noite de embriaguez, os jovens casados conhecem outro casal e acabam por trocar de parceiros. Até aqui nada de novo, não fosse este o filme com a primeira cena de nudez da história do cinema.
Perdido em Marte: um bom filme com potencial para mais
Não foi de forma irrefletida que escolhi o título deste artigo. Arrebatado pela febre em torno de Perdido em Marte, fui um dos muitos que aguardaram ansiosamente a estreia do filme nos cinemas. Antes de assistir à película, fiz questão de comprar o livro, mas no final acabei por ficar com a impressão de que ambas as obras tinham potencial para (muito) mais.
Bwana Devil: o primeiro filme visto com óculos 3D
Estamos nos anos 50 quando o cinema sofre um dos seus maiores abalos. Entre 1948 e 1951, o número de espectadores das salas cinematográficas desce dos 90 milhões para os 46 milhões, perdendo quase metade das audiências. Porquê? A resposta é muito fácil: a televisão.
Simon Rumley: The Living and the Dead é “pessoal, mas não autobiográfico”
"Pessoal mas não autobiográfico". Foi assim que o realizador britânico, Simon Rumley, descreveu The Living Dead ou Vivos e Mortos, na versão portuguesa. Ao longo deste artigo, exploramos a visão do cineasta, mostrando o processo criativo por detrás deste filme perturbador que aborda a relação entre o sexo e a morte.






