História do Cinema / 95 posts found
O filme a cor que estava perdido e veio mudar a história do cinema
Até setembro de 2012, aquele que era considerado o primeiro filme a cores datava de 1908, altura em que foi patenteado o sistema Kinemacolor, capaz de produzir películas a cor. No entanto, uma pequena lata perdida nos arquivos do National Media Museum no Reino Unido mudou a história do cinema… outra vez!
O 1.º filme de animação mostra um homem a desenhar num bloco
Muito antes de companhias como a Disney e a Pixar conquistarem o mercado cinéfilo já se faziam experiências no universo do cinema de animação. The Enchanted Drawing (O Desenho Encantado, em português) foi a obra pioneira na animação e, ainda que o nome possa sugerir o contrário, não era um filme para crianças.
A Viagem à Lua que iniciou o cinema de ficção científica em 1902
Estávamos no ano de 1902 quando George Méliès sonhou mais alto do que todos os outros e fez A Viagem à Lua. O filme do ilusionista francês tem pouco mais de 8 minutos, acompanha a aventura de 5 astronautas e foi um grande sucesso na altura do lançamento. Conheça toda a história neste post e veja o filme.
Ramona, livros no cinema e a questão dos direitos de autor
Nos dias que correm, a maior parte dos filmes que chegam às salas de cinema são adaptações cinematográficas de livros best-sellers internacionais já bem conhecidos do público. Nomes como Harry Potter, O Senhor dos Anéis, a saga O Padrinho e até mesmo Guerra e Paz foram obras mostradas em livros antes de se tornarem grandes êxitos cinematográficos. Mas, antes de qualquer um destes, houve um pioneiro a explorar este filão.
O Castelo Assombrado: terror e gargalhadas no mesmo filme
Por muito estranho que isto possa parecer para os amantes do cinema de terror, a verdade é que o filme pioneiro do género Terror tem muito pouco de assustador. Neste post falamos do filme O Castelo Assombrado, realizado por George Meliès, em 1896.
Nanook of the North: um documentário tão polémico quanto inovador
Estamos em 1922 e os cineastas procuram novos caminhos para percorrer com a arte recente do cinema. As imagens ainda são a preto e branco e os filmes permanecem em silêncio. Apesar de começarem a surgir alguns dos êxitos mais comerciais nos estúdios norte-americanos, o realizador Robert J. Flaherty decide partir para o Ártico, à procura de uma história que ninguém conheça. A magia da imagem em movimento já não é suficiente.






