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História do Cinema

História do Cinema / 70 posts encontrados

Recordações da Casa Amarela: a escuridão e luz de João César Monteiro

João César Monteiro marcou indelevelmente a forma como se pensa, faz e lê o cinema em Portugal, tanto enquanto cineasta e ator, como enquanto escritor e crítico de cinema. Debruçamo-nos neste texto sobre um dos seus filmes mais importantes: Recordações da Casa Amarela, que acompanha a vida de João de Deus no caminho obscuro e descendente das misérias de Lisboa.

Obras-Primas do Cinema Europeu: L’Age d’Or, Choque de Imagens de Luís Buñuel

Luís Buñuel (1900-1983) inicia a sua carreira cinematográfica realizando, de plano, 2 filmes básicos do cinema, ambos de vanguarda, ambos surrealistas, além de excelentes. O filme A Idade do Ouro (L’Age d’Or, França, 1930) revela um diretor forrado de ampla cultura humanística e artística e com perfeito domínio da linguagem cinematográfica. Conheça a nossa review deste clássico do cinema europeu.

Descubra 5 livros que viraram filmes e foram um fiasco!

by Gonçalo Sousa
Filmes baseados em livros sempre são motivos de polémica. Todos os anos surge um lançamento no cinema que é baseado em algum sucesso das livrarias, mas é difícil agradar a todos. É possível encontrar algumas listas sobre filmes que tiveram êxito na adaptação e arrancaram elogios dos críticos e amantes da sétima arte. Mas e quando a obra cinematográfica é um desastre?

Conheça agora 5 filmes de suspense melhores que os livros

Há um consenso tácito de que, quase sempre, o livro é melhor do que o filme inspirado nele. Mas, pensando nisso, fiz uma lista de 5 filmes de suspense melhores que os livros. Então, vamos lá? Pegue a pipoca, o cobertor, apague as luzes (para ser bem clichê) e se prepare para sentir medo!

Um Homem com uma Câmera: A Mágica da Arte de Dziga Vertov

O filme mítico de Dziga Vertov intitulado Um Homem Com Uma Câmera é, além de tudo, obra de arte, na qual a beleza da imagem contém a beleza do objeto que a compõe, bem como esta constitui aquela num ato simultaneamente temático e formal, em que um depende do outro para existir e se manifestar. Leia a análise de Guido Bilharinho.

Descubra o Novo Mundo com o Cineclube do Porto e a Casa da Música

De 16 a 20 de janeiro o Cineclube do Porto e a Casa da Música apresentam filmes essenciais na História do Cinema que se relacionam com a ideia de descoberta de um Novo Mundo. Não perca a exibição gratuita de ORFEU NEGRO de Marcel Camus; STRANGER THAN PARADISE de Jim Jarmusch; TROPICÁLIA de Marcelo Machado; QUE VIVA MÉXICO! de Sergei Eisenstein; e FITZCARRALDO de Werner Herzog.

Obras-Primas do Cinema Europeu: Berlim, Sinfonia da Metrópole

Se o cinema nas duas primeiras décadas do século XX tateava à procura de uma linguagem própria, os anos 20 desse século assistem a eclosão de uns e outros. Nessa década dão-se realizações artísticas experimentais e de vanguarda como nunca antes e nem depois o cinema teria iguais. Um desses filmes é Berlim, Sinfonia da Metrópole (1927) de Walter Ruttmann.

Filmes Soviéticos: O Encouraçado Potemkin, A Arte da Imagem

Se o cinema é a arte da imagem em movimento, O Encouraçado Potemkin de Sergei Eisenstein é a arte da imagem. Não é apenas o melhor filme do cinema. É cinema. É a beleza da imagem. Da imagem que fala e significa. Da imagem discurso, mas, antes de tudo, da imagem visão.

Obras-Primas do Cinema Europeu: Nosferatu, a Arquitetura do Terror

Em 1922, Murnau realiza Nosferatu baseado no livro de Bram Stoker. Não obstante ter-se posteriormente produzido várias versões do tema, como as realizadas por Tod Browning e Francis Ford Coppola, é indispensável - e mesmo inevitável - compará-lo com a refilmagem de Werner Herzog.

Após 30 anos, será lançada a continuação de “Um Príncipe em Nova York”

Boa notícia para os fãs de filmes de comédia! Sucesso absoluto nos anos 1990, o clássico “Um príncipe em Nova York” (“Coming to America” de 1988), com Eddie Muprhy, terá finalmente uma sequência, com o mesmo protagonista.

Obras-Primas do Cinema Europeu: a Criatividade e Arrojo de Metrópolis

Metrópolis (1926) de Fritz Lang é talvez, cronologicamente, o primeiro grande filme de ficção-científica. Não simplesmente o primeiro, porque, antes dele, e desde Méliès, com seu Voyage Dans la Lune (1902), o gênero já se instala no cinema. Mas, o primeiro de valor artístico, de arrojada criatividade.