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Garfield: recordar o filme do gato mais preguiçoso da América

Garfield: recordar o filme do gato mais preguiçoso da América

 

O felino mais preguiçoso da América passou das tirinhas de banda desenhada para o cinema em 2004 e provou, na altura do lançamento, que mesmo sendo-se preguiçoso se pode arrecadar sucesso suficiente nas bilheteiras.

Aliás, o sucesso foi tal que dois anos mais tarde o famoso gato regressou para fazer uma sequela. Numa combinação equilibrada de humor e animação computacional, o realizador Peter Hewitt conseguiu passar o trabalho do ilustrador Jim Davis para o grande ecrã.

O sucesso deveu-se também muito ao elenco que participou neste filme. Afinal de contas, foi Bill Murray – que recebeu uma nomeação para Óscar como melhor ator em papel principal – quem emprestou a sua voz para dar a Garfield a sua personalidade tão peculiar. Entretanto, o ator Breckin Meyer interpreta o papel do dono do gato ruivo, Jon Arbuckle, e Jennifer Love Hewitt, assume a posição de veterinária do famoso felino, a Dra. Liz Wilson.

Neste post, recordamos um dos nossos filmes favoritos de animação e comédia. Uma obra parva e que nos promete arrancar gargalhadas por muitos anos que passem.

Garfield: a história do filme

Mesmo que nunca tenhamos lido uma das bandas desenhadas de Garfield, sabemos todos quem é este gato de pelo alaranjado. Um verdadeiro ícone da cultura pop, é ao mesmo tempo uma personagem satírica que incorpora alguns dos piores hábitos da sociedade norte-americana atual.

Quando o filme abre, a vida de Garfield não podia ser melhor. Com um sofá confortável só para si, em frente à televisão, delicia-se diariamente com o seu prato favorito, lasanha, e grita insultos ao seu atormentado dono, Jon Arbuckle. O dia que menos gosta é a segunda-feira, embora para ele seja apenas mais um dia como tantos outros, passado a comer, dormir e ver televisão.

Mas eis então que algo muda na sua vida.

 

Depois de uma visita ao consultório da Dra. Liz Wilson, a veterinária oferece a Jon uma criatura vigorosa, ansiosa e abanadora de cauda que representa tudo o que Garfield detesta. Quando Garfield conhece Odie, um cão amoroso e burro, o inteligentíssimo gato fica, pela primeira vez nas suas sete vidas, sem palavras.

 

O obtuso do Odie persegue a própria cauda até ficar tonto, bate com as paredes e ladra sem razão, para delícia de Jon, que o recebe no seu lar. Contrariado com o novo hóspede, que agora divide com ele a atenção do seu dono e vira o seu mundo perfeito do avesso, Garfield inicia uma disputa particular com o cachorro e a solução será por na rua o invasor canídeo.

No entanto, quando o cão desaparece por entre as garras da celebridade local, Happy Chapman, seria de esperar que Garfield ficasse feliz. Mas não. O gato sente-se responsável pelo destino do outro e parte para o salvar. Com uma estranha energia, coragem e generosidade, consegue sair da sua vida de preguiça e passar à acção. Está na mais estranha das missões impossíveis: salvar Odie.

Garfield regressou ainda para uma sequela em 2006, que o levou até terras de Sua Majestade para embarcar numa aventura em que, acidentalmente, contra de identidade com um gato que é igual a si mas com uma pequena diferença: é o herdeiro de uma grande fortuna.

 

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