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Natalie Portman: a mulher que quis ser atriz em vez de modelo

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Natalie Portman: a mulher que quis ser atriz em vez de modelo

 

Natalie Portman nasceu no dia 9 de Junho de 1981, em Jerusalém, Israel. Em criança, os seus pais imigraram no entanto para os Estados Unidos proporcionando-lhe assim oportunidades que dificilmente teria conseguido em Israel. Inicialmente, a família Portman instalou-se em Washington DC mas, não muito depois, mudou-se para Long Island, Nova York, onde a jovem Natalie entrou então na escola Syosset High School para iniciar os seus estudos.

Foi numa pizzaria local que Natalie Portman foi descoberta por um representante de cosméticos da marca Revlon, que incentivaram a jovem criança de 11 anos a prosseguir com uma carreira como modelo. Apesar de ser uma excelente oportunidade, Portman percebeu rapidamente que não era realmente para ser modelo que tinha sido talhada e começou a direcionar o seu talento para outra arte: a representação. É assim que Natalie Portman começa a trabalhar para o Arts Theatre Usdan, onde participa numa série de produções locais.

Natalie Portman: de criança assassina a dançarina maníaca

Portman fez a sua estreia no cinema no memorável filme de Luc Besson, de 1994, León, o Profissional. O papel exigente, onde interpretou uma aprendiz de assassino, chamou a atenção dos críticos e do público. No ano seguinte, continuou a conquistar a sua popularidade num papel breve mas importante como a filha problemática da personagem de Al Pacino no filme Heat (1995).

Nos projetos que se seguiram, Natalie Portman consolidou o seu lugar em Hollywood. No filme emocionante Mulheres Giras de Ted Demme (1996) interpreta o papel de uma personagem em crescimento e que tem de lidar com essa situação. Portman foi aplaudida pela sua atuação encantadora, lado a lado com atores como Matt Dillon, Timothy Hutton, Uma Thurman, e Lauren Holly. Em 1996,  trabalhou ainda com Woody Allen e ainda com atrizes como Drew Barrymore e Julia Roberts no filme Toda a Gente diz que te Amo. No filme Marte Ataca, de Tim Burton, e com Jack Nicholson e Glenn Close no elenco, marca a sua estreia na ficção científica.

Depois de recusar o papel controverso de Lolita, Portman afastou-se do grande ecrã durante alguns meses. Em 1997, dedicou-se a Broadway, assumindo o papel da protagonista na peça que adapta O Diário de Anne Frank. Em 1999, regressa finalmente ao grande ecrã para filmar Star Wars I: A Ameaça Fantasma, uma prequela à trilogia de George Lucas, e no qual dá a vida a Padmé Amidala. Mais tarde, em 1999, contracena com Susan Sarandon na versão cinematográfica do romance de Mona Simpson, A minha mãe, eu e a minha mãe, onde assume um papel mais maduro.

Apesar de sua carreira cinematográfica florescente, Portman permaneceu inflexível sobre a sua educação, graduando-se com distinção na Universidade de Harvard em junho de 2003. Nesse ano a atriz também termina também a produção do segundo e terceiro filmes da série Star Wars. Por fim, em 2004, Portman participa no filme Garden State e, em 2005, ganha um Globo de Ouro na categoria de Melhor Atriz em Papel Secundário pela sua prestação no filme Perto Demais ao lado de  Clive Owen, Julia Roberts e Jude Law.

Portman ganhou elogios da crítica por seu papel em V de Vingança, em 2006 e, dois anos mais tarde, ao assumir a coroa para contar a história de Anna Boleyn, a segundo esposa de Henrique VIII no filme Duas Irmãs, Um Rei. Mas nenhum dos seus filmes terá sido tão importante como Cisne Negro, de Darren Aronofsky, para o qual a atriz terá perdido mais de 20 quilos e que faz um retrato verídico e assustador ao mundo da dança. Foi exatamente este filme que lhe valeu o seu primeiro Óscar na categoria de Melhor Atriz em Papel Principal.

 

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