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Relatório Minoritário: um universo futurista repleto de suspense

Relatório Minoritário: um universo futurista repleto de suspense

 

Em 2002, chegou às salas de cinema portugueses um filme de ficção científica assinado por Steven Spielberg e com a interpretação de Tom Cruise que deu muito que falar: O Relatório Minoritário. Hoje, esse mesmo filme tornou-se num clássico do cinema de ficção e a história perdura de tal forma que em 2015 a Fox decidiu criar uma série televisiva com o mesmo título. Pegando no conceito, contam uma história passada no mesmo universo, cerca de 10 anos depois do filme.

Ainda assim, neste post é sobre a versão cinematográfica que falamos. Os fãs de ficção científica e do autor Philip K. Dick já conheciam o potencial desta história, apresentada pela primeira vez num conto do autor norte-americano.

Na versão para o grande ecrã, coube a Steven Spielberg manter a qualidade da história e ao mesmo tempo criar intensas atmosferas visuais. O resultado foi aplaudido, especialmente porque à história foi acrescentado um importante trabalho de reflexão sobre um conjunto de paradigmas que entram em conflito directo com o pensamento humano.

Ao público é oferecido um mundo de efeitos especiais inéditos e de “parafernália high-tech”, onde o ritmo da acção provocará alguns saltos das cadeiras ou não fosse o suspense um dos principais ingredientes. A história de O Relatório Minoritário é intrigante e sofisticada, juntando numa agradável comunhão dois grandes nomes do cinema norte-americano: Steven Spielberg e Tom Cruise.

A história do Relatório Minoritário

Washington, EUA, ano de 2054. Uma divisão especial da polícia que consegue antever com precisão a ocorrência de crimes e cuja missão é a de deter o criminoso no momento imediatamente antes deste perpetrar o crime, conclui mais uma missão com êxito.

John Anderton – interpretado por Tom Cruise – é detective na divisão e é quando consulta alguns ficheiros que depara com um facto chocante: está acusado de ser o próximo indivíduo a cometer um assassínio. Dentro de 36 horas irá matar alguém que nem conhece e é exactamente esse o tempo de que dispõe para provar a sua inocência procurando não cometer esse crime.

 

Será no entanto possível alterar a infalível previsão de um futuro que é pela tecnologia desvendado? Como se explica então que tal possa acontecer?

Para conhecer mais sobre a história de O Relatório Minoritário, sugerimos que veja o trailer e aguce dessa forma o apetite para esta história incrível.

O primeiro trabalho a juntar Tom Cruise e Spielberg

Seguindo a máxima de que “tudo é possível”, o actor norte-americano já deu provas acerca do seu talento e versatilidade. Passo a passo Tom Cruise tem vindo a provar que não se trata somente de uma cara bonita e a prova disso é o sucesso que alguns dos seus filmes têm alcançado.

Já foi piloto de aviões, barman, espião, jogador, advogado, vampiro, agente desportivo… em O Relatório Minoritário é um polícia do futuro. De referir que esta é a primeira vez que Tom Cruise participa num filme do realizador norte-americano e logo como protagonista.

Por seu lado, Steven Spielberg dispensa qualquer tipo de apresentações. Com uma vasta carreira ganhou dois óscares de melhor realizador, pelo seu trabalho em A Lista de Schindler (1993), um filme que narra os horrores vividos nos campos de concentração nazi , e O Resgate do Soldado Ryan (1998), numa interpretação soberba de Tom Hanks. Mas foi com E.T. que Spielberg catapultou a sua carreira em direcção ao sucesso.

 

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