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A questão da Identidade no filme Adão e Eva – 1ª Parte
O filme “Adão e Eva”, de 1995, com argumento e realização de Joaquim Leitão, retrata um quadrado amoroso em que todos: o galã latino, a mulher mais velha e o estrangeiro; estão loucamente apaixonados por Catarina, uma prestigiada jornalista, com trinta anos de idade que decide ter um bebé sozinha, protagonizada por Maria de Medeiros.
Quais os melhores filmes de Johnny Depp?
No outro dia perguntei à minha mãe quem é que ela considerava o melhor ator da atualidade: respondeu Johnny Depp, sem hesitar! Johnny Depp é considerado um dos melhores atores da época atual, muito devido a sua versatilidade. Mas por que razão todos os grupos etários apreciadores de cinema admiram tanto este ator norte-americano?
A utilização da cor no filme Azul de Krzysztof Kieslowski
Como forma de prestar a minha homenagem ao realizador Krzysztof Kieslowski este será o primeiro artigo de três sobre a trilogia Trois couleurs. Por isso, mantendo um seguimento lógico, neste artigo irei fazer uma reflexão sobre o primeiro filme da trilogia, realizado em 1993, e alusivo à cor Azul.
Animação Experimental: um universo de ideias revolucionárias
O cinema de animação sempre me fascinou. Em pequena, embora adorasse ir à escola, era ao fim de semana que me levantava mais cedo para ir ver “desenhos” na televisão. Ainda hoje se apanhar um bom filme ou episódio de cinema de animação podem ver-me no meio de uma plateia de pequenitos, enquanto os crescidos conversam sobre coisas de crescidos.
Camille Claudel: entre a escultura e a loucura
Esta reflexão da Marta Reis surge no seguimento da sua ntervenção sobre a abordagem cinematográfica de Camille Claudel, no 1º Seminário Arte e Psiquiatria, ocorrido no Centro Hospitalar Conde de Ferreira (Porto). Neste post, a Marta analisa 3 filmes que retratam a vida da escultora francesa: “A Paixão de Camille Claudel” (1988), de Bruno Nuytten; “Camille” (2011), de Carme Puche e Jaime García; e “Camille Claudel 1915” (2013), de Bruno Dumont.
Uma reflexão sobre a magia e a emoção de ir ao Cinema
A minha primeira memória de ida ao cinema é de ir com o meu pai ver o filme Fantasia (1940), de Walt Disney. Foi uma experiência desastrosa. Apesar da paciência e boa vontade do meu pai, eu tive pavor do filme e insisti que ele me levasse para fora da sala e do edifício. Foi a única vez que eu saí da sala de cinema a meio de um filme. Tinha cinco anos.






